sábado, 20 de setembro de 2014

18 - A Dama do Cachorrinho

18 - Anton Tchekhov; A Dama do Cachorrinho; Editora 34; 2011 (Original 1883-1899); 368 páginas – Período de leitura: 20/09/14 - 20/10/14 

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Sinopse da editora:


"Os contos breves, precisos e tocantes de Anton Pavlovitch Tchekhov (1860-1904) revolucionaram a maneira de escrever narrativas curtas, tornaram-se mundialmente conhecidos e influenciaram os principais escritores que se dedicaram ao gênero depois dele. Grande parte da originalidade de Tchekhov reside no papel fundamental que desempenham, em suas histórias, a sugestão e o silêncio, a ponto de, muitas vezes, o mais importante ser justamente o que não é dito.
     Esta é uma coletânea de trinta e seis de seus melhores contos, selecionados e traduzidos diretamente do russo por Boris Schnaiderman, que assina também o posfácio e as notas à edição. De "Nos banhos" (1883) a "A dama do cachorrinho" (1899), que dá título ao livro e encerra o volume, o leitor poderá acompanhar o desenvolvimento da arte deste escritor que sempre colocou o homem como centro de suas preocupações, e que via na literatura um instrumento para sua emancipação."

sábado, 2 de agosto de 2014

17 - Memórias de um Caçador

17 - Ivan Turguêniev; Memórias de um Caçador; Editora 34; 2013 (Original 1852); 488 páginas – Período de leitura: 02/08/14 - 20/09/14 

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Sinopse da editora:


"Nascido e criado no meio aristocrático rural, Ivan Turguêniev (1818-1883) passou a maior parte de sua vida no exterior, onde travou contato com alguns dos grandes nomes da literatura e da cultura europeia. Mas esse distanciamento não o impediu de criar um dos mais tocantes e profundos retratos da antiga Rússia, as Memórias de um caçador
Nestas páginas, povoadas por camponeses iletrados e proprietários de dureza implacável, a exuberância da natureza é sempre contraposta à injustiça da servidão, denunciada de maneira sutil, porém contundente. Não à toa, quando publicados pela primeira vez num só volume em 1852, os 25 contos aqui reunidos renderam a seu autor fama imediata nos círculos liberais e, por conseguinte, a fúria do regime tsarista, que o condenou a prisão domiciliar. No entanto, com o passar dos anos, o livro acabaria por se tornar uma peça fundamental no processo de emancipação dos servos.
No Ocidente, a reputação de Turguêniev também cresceu, graças, sobretudo, a seus romances - entre eles Rúdin (1856) e Pais e filhos (1862). Na Rússia, seu legado como contista é igualmente importante: a delicadeza de suas narrativas curtas ressoa em algumas das melhores páginas de Búnin, Kuprin ou Tchekhov. Até mesmo Tolstói, em seu diário de juventude, confessa: "li as Memórias de um caçador de Turguêniev, e como é difícil escrever depois dele"."

quarta-feira, 2 de julho de 2014

16 - A Dama das Espadas

16 - Aleksandr Púchkin; A Dama das Espadas; Editora 34; 1999 (Original 1827); 264 páginas – Período de leitura: 02/07/14 - 01/08/14 

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Sinopse da editora:


"A importância do autor de A dama de espadas pode ser constatada nesta frase do prêmio Nobel de literatura Joseph Brodsky: "Púchkin deu à Rússia sua língua literária e, com isso, sua sensibilidade". De fato, a grandeza do poeta é somente comparável à de um Dante, um Camões, um Shakespeare, isto é, aos pais fundadores das literaturas de seus países. A linhagem de escritores a que deu origem também corrobora sua força: Gógol, Dostoiévski, Tolstói, Turguêniev, Tchekhov, Maiakóvski. Este volume - agora relançado em edição revista - é formado por três novelas e quatro contos, além de dezesseis poemas de Púchkin. Traduzidos do original por Boris Schnaiderman (no caso dos poemas, em parceria com Nelson Ascher), os textos aqui reunidos constituem, para o leitor brasileiro, uma excelente introdução à prosa e à poesia do gênio russo. aleksandr Sierguéievitch Púchkin nasceu em Moscou, em 1799. Sua obra, que abarca diversos gêneros literários, foi decisiva para a consolidação da língua literária russa e sua influência se faz notar em todos os escritores russos de sua geração e das posteriores. O romance em versos Ievguêni Oniéguin é considerado sua obra-prima. Púchkin morreu em 1837, vítima de um duelo."

sexta-feira, 6 de junho de 2014

15 - O Capote e outras Histórias

15 - Nikolai Gógol; O Capote e outras Histórias; Editora 34; 2010; 224 páginas – Período de leitura: 02/06/14 - 01/07/14 

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Sinopse da editora:

"Todos nós saímos do Capote de Gógol" - a famosa frase de Dostoiévski alude ao papel fundamental desempenhado pela obra de Nikolai Vassílievitch Gógol (1809-1852) no desenvolvimento da literatura russa a partir do século XIX. Humorista, dramaturgo, prosador e polemista, seria sobretudo graças a suas narrativas breves que o autor de Almas mortas e O inspetor geral atrairia a atenção da crítica e influenciaria para sempre os rumos da prosa russa e universal.

Organizado e traduzido diretamente do russo por Paulo Bezerra, que também assina o posfácio, este volume apresenta ao leitor um panorama geral da obragogoliana, ao trazer, ao lado de algumas de suas histórias mais conhecidas ("O capote", "O nariz" e "Diário de um louco"), duas narrativas "folclóricas", do ciclo ucraniano ("Viy" e "Noite de Natal"). Se nas primeiras o cenário é São Petersburgo e os pequenos funcionários da burocracia czarista e, nas segundas, o universo rural com suas lendas e personagens míticos, em todas prevalece o humor, o tom fantástico e a genialidade narrativa de Gógol, nesta sequência de verdadeiras obras-primas."

segunda-feira, 26 de maio de 2014

14 - A Metamorfose - Adaptação

14 - Franz Kafka; A Metamorfose - Adaptação; LP&M; 2014; 208 páginas – Período de leitura: 26/05/14 - 01/06/14 

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Sinopse da editora:

"Tradução de Drik Sada

Adaptação e ilustrações: Equipe East Press

O mais famoso texto de Kafka adaptado para o formato mangá.

Ao amanhecer um dia transformado em um inseto gigante, Gregor Samsa viu sua vida e a de sua família se tornar um pesadelo absurdo e interminável. Escrita em 1912, A metamorfose é a história mais conhecida e estudada de Franz Kafka (1883-1924), uma preciosa porta de entrada para a obra de um dos autores mais peculiares do século XX, que retratou como ninguém a perplexidade do ser humano diante de um mundo cada vez mais injusto e sem sentido

Esta coleção traz para o leitor brasileiro os textos de grandes clássicos da literatura universal adaptados para a linguagem ágil e dinâmica das histórias em quadrinhos japonesas. Ideal para um primeiro contato com grandes obras, para os amantes dos mangás e para os adoradores de clássicos."

12 - 1Q84 - Volume III

12 - Hakuri Murakami; 1Q84 - Volume III; Alfaguara; 2012; 430 páginas – Período de leitura: 26/05/14 - 26/06/14 

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Sinopse da editora:

"Volume final da trilogia 1Q84

“O mundo ficcional de Murakami é extraordinário.” – Sunday Times

"Em um ano próximo a 1984, dois personagens repletos de segredos e envolvidos em tramas obscuras tentam sair de uma realidade implacável: o mundo de 1Q84. No último volume da trilogia Haruki Murakami, os protagonistas Tengo e Aomame continuam presos ao mundo paralelo de 1Q84, “onde coisas estranhas podem acontecer”. Eles precisam escapar não só dessa terrível realidade alternativa, em que duas luas pairam no céu, mas também da ameaça do chamado Povo Pequenino e de um sinistro grupo religioso em busca de um acerto de contas. E terão em seu encalço um implacável detetive, que se aproxima cada vez mais do esconderijo de Aomame, enquanto desvenda a real conexão entre ela e Tengo. 

Conforme 1Q84 caminha para uma resolução, acompanhamos o incerto destino se fechar ao redor deles. Aomame e Tengo não sabem se finalmente irão se encontrar, ou se serão encontrados antes.

Com milhões de exemplares vendidos no mundo e uma legião de fãs,1Q84 é um romance cosmopolita. Entre as referências, Murakami rememora George Orwell, a música ocidental e elementos da cultura pop. Ao costurar trechos de suspense, violência e distopia com momentos de nostalgia, amor e união, o escritor japonês alcança na trilogia o ápice de sua criatividade literária."

sábado, 26 de abril de 2014

11 - 1Q84 - Livro II

11 - Hakuri Murakami; 1Q84 - Volume II; Alfaguara; 2012; 430 páginas – Período de leitura: 26/04/14 - 26/05/14 

Comentário: 


Sinopse da editora:
"Uma precisa máquina narrativa de amor, mistério e morte.” — Bravo!
“1Q84 faz por merecer este que é um dos mais convencionais adjetivos empregados em resenhas: envolvente. Haruki Murakami tem esse poder de, com vinte ou trinta páginas, submergir o leitor em uma realidade outra, aparentada da realidade comezinha do dia a dia, porém mais intensa e estranha.” — Veja


No primeiro volume do best seller 1Q84, mistérios rondam duas pessoas no Japão de 1984. A charmosa assassina Aomame e o aspirante a escritor Tengo vão aos poucos se dando conta de que entraram em um mundo paralelo, cada um à própria maneira, e o perigo em torno de ambos parece somente crescer. Agora, no segundo volume da trilogia, Haruki Murakami conduz o leitor a uma história na qual o realismo mágico do mais célebre autor contemporâneo do Japão se revela ainda mais surpreendente.
1Q84 é um mundo real, onde nem tudo é o que aparenta. Duas luas agora pairam no céu: uma grande, cinzenta, e outra menor, irregular, de tom levemente esverdeado. Há também o chamado Povo Pequenino, com estranhas criaturas que Tengo busca entender enquanto reescreve um romance de uma enigmática adolescente, conhecida como Fukaeri. Nesse mundo, o destino dos protagonistas está intimamente interligado, ainda que a narrativa se apresente em capítulos que alternam entre ambos.
Cada um, à sua maneira, está fazendo algo perigoso, que pode colocar sua vida – e a de outras pessoas – em risco. Tengo está sendo seguido de perto por Ushikawa, um investigador contratado a serviço de Sakigake, a comuna religiosa à qual Fukaeri está ligada. Crisálida no ar, o romance escrito pela jovem, parece se tornar cada vez mais real à medida que seus acontecimentos vão se entrelaçando com a vida de Tengo. Por sua vez, Aomame tem como nova missão matar o líder de Sakigake.
Vigiados e em constante perigo, os protagonistas sabem que a seita e o Povo Pequenino são implacáveis. Aparentemente, não há como fugir da realidade de 1Q84 e nem é possível que ambos sejam salvos; entre Tengo e Aomame, apenas um será o escolhido. Cada vez mais imersos neste mundo paralelo, eles se dão conta de que somente conseguirão se salvar quando puderem encontrar um ao outro. 
Com mais de 4 milhões de exemplares vendidos somente no Japão,1Q84 não foge das referências ao clássico de George Orwell. No segundo volume, a vigilância por parte de grupos poderosos e o temor dos protagonistas diante de um Grande Irmão, entre outros temas, são referências constantes. Com seu típico estilo, Murakami insere diversas referências ocidentais em meio a um Japão cosmopolita para ambientar o enredo.
Ao costurar trechos de suspense, violência e distopia com momentos de nostalgia, amor e união, Murakami alcança em 1Q84 o ápice de sua obra e criatividade.