quinta-feira, 22 de novembro de 2012

32 - Viagem ao centro da terra


32 - Julio Verne; Viagem ao centro da terra; LP&M; 2012; 60 páginas – Período de leitura: 20/11/12 - /11/12 


Comentário:
Em A viagem ao centro da terra o fantástico e o imaginário funde-se à teorias cientificas com extrema maestria e veracidade como só o francês Julio Verne poderia concebe-las. Esta adaptação para quadrinhos – infinitamente adaptada tanto para a literatura como para o cinema - trás ao seu final um dossiê sobre o autor, sua época e sua obra. E é  fortemente baseada no texto original com seus personagens e situações.  

Sinopse da editora:
Tradução de Alexandre Boide
Adaptação e roteiro: Curd Ridel
Desenhos: Frédéric Garcia
Cores: Jacky Robert

"Quando o professor Lidenbrock encontrou um velho manuscrito islandês perdido em uma loja de livros usados em Hamburgo, imaginou que faria um mergulho profundo na crônica dos príncipes nórdicos da Idade Média. Perdido dentro do livro, porém, havia um bilhete de um cientista do século XVI que prometia a possibilidade de uma exploração a profundidades inimagináveis: em uma breve mensagem criptografada, Arne Saknussemm afirmava ter descoberto uma rota para o centro da Terra.

Junto com seu sobrinho Axel e seu guia islandês Hans, o professor embarca em uma expedição secreta na qual, camada por camada, os primórdios da vida no planeta são revelados com a maestria e riqueza de detalhes características de Júlio Verne. Publicado em 1864, quando a geologia dava os primeiros passos como ciência reconhecida e respeitada, Viagem ao centro da Terraensinou a toda uma geração que a grande aventura da vida está escrita bem debaixo de nossos pés, e até hoje continua exercendo fascínio sobre leitores e espectadores de todas as idades."

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

31 - Um conto de natal


31 - Charles Dickens; Um conto de natal; LP&M; 2012; 60 páginas – Período de leitura: 18/11/12 - 20/11/12

Comentário: 

Versão em quadrinhos deste romance que originalmente foi escrito no prazo de um mês para saldar dívidas e acabou tornado-se um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos originando uma série de contos de muito sucesso.
Charles Dickens é
 autor de obras grandiosas como: Oliver Twist, David Copperfield, Grandes esperanças, etc.


Sinopse da editora:

Tradução de Alexandre Boide
"Incluindo estudo sobre o autor, sua época e sua obra
Ebenezer Scrooge é um homem avarento e solitário.Odeia o Natal e tudo o que ele representa. Ignora familiares, empregadose não sabe o que é compaixão. Mas a aparição de um visitante-fantasma o fará repensar seu comportamento e despertará sentimentos aparentemente adormecidos.
Ambientada numa Londres gelada, às vésperas do esperado 25 de dezembro,Um conto de Natal é uma das mais belas e conhecidas histórias do gênero. Escrita às pressas em 1843 para pagar as dívidas de seu autor, Charles Dickens (1812-1870), foi um sucesso imediato de público e crítica. Por meio dessa sátira social – adaptada diversas vezes ao cinema –, Dickens teve um papel fundamental no resgate do espírito de bondade e solidariedadedas tradições natalinas.
A coleção:
A coleção de clássicos em HQ reúne títulos que fazem parte do patrimônio literário mundial. Adaptadas para o universo dos quadrinhos por uma equipe de renomados roteiristas e ilustradores belgas e franceses, as edições oferecem um rico painel sobre o autor e a obra, aliando a tradição dos clássicos à linguagem original dos quadrinhos.
É um coleção espetacular, publicada originalmente pela Editora Glénat com o apoio da UNESCO, órgão cultural da ONU que só chancela projetos de alto valor pedagógico."

30 - A Ilha do tesouro


30 - Robert Louis Stevenson; A Ilha do tesouro; LP&M; 2012; 60 páginas – Período de leitura: 16/11/12 - 18/11/12

Comentário: 

Mais um volume desta coleção de clássicos da literatura em quadrinhos. Os livros são de capa dura, lindamente ilustrados e adaptados. E a historia? – As historias são clássicos universais da literatura.


Sinopse da editora:
Tradução de Alexandre Boide

"A ilha do tesouro é o segundo volume da série Clássicos da literatura em quadrinhos. Com adaptação e roteiro de Christophe Lemoine, desenhos de Jean-Marie Woehrel e cores de Patrice Duplain, o clássico de Robert Louis Stevenson ganha uma versão em HQ. O lindo livro em capa dura oferece 60 páginas, todas coloridas, e que traz ainda, no final, um completo dossiê, contextualizando o clássico com informações detalhadas sobre o autor, sua época e sua obra. 

A coleção é um grande sucesso na França e na Bélgica, formada por adaptações de alguns dos principais clássicos da literatura mundial. O objetivo é oferecer um livro que encante todos os leitores e que seja direcionado também para estudantes. Aliás, este caráter pedagógico fez com que a coleção ganhasse total apoio da UNESCO.

A ilha do tesouro conta a história de quando um misterioso marinheiro morre em circunstâncias estranhas numa pousada e o jovem Jim Hawkins acaba se deparando com um baú que pertence ao homem. Dentro dele há um mapa indicando o caminho de um valioso tesouro. Mas Jim logo percebe que não é o único a saber da existência do mapa, e sua bravura e astúcia são postas à prova. 
Na companhia de Squire Trelawney e do doutor Livesey, Jim embarca no navioHispaniola e parte para uma perigosa aventura em meio a ardilosos piratas. Esta história de traição e heroísmo é também uma alusão à passagem da infância para a idade adulta, à perda da inocência. Diante de situações assustadoras, Jim passa a conhecer seus defeitos e seus limites, mas também sua coragem. A ilha do tesouro foi um sucesso imediato quando da sua publicação, em 1883, e continua sendo uma das maiores histórias de aventura da literatura."

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

29 - Calvin & Haroldo - Os dias estão todos ocupados

29 - Bill Watterson; Calvin & Haroldo - Os dias estão todos ocupados; Conrad; 2012; 176 páginas – Período de leitura: 14/11 /12 - 16/11/12

Comentário: 
 Mais outra ótima influência de minha filha. Não dá para acreditar que um simples livro, composto somente de tirinhas, tenha tanta politica, filosofia e principalmente existencialismo, tudo isso misturado a um humor manifesto e irônico, digno de um garoto de seis anos sarcástico e deveras inteligente

Sinopse da editora:
"A Conrad continua a publicação completa das histórias de Calvin e Haroldo com o álbumOs dias estão todos ocupados , nono título da série que sai pela editora.

Criada em 1985, a tirinha foi publicada diariamente, durante dez anos, em mais de 2.400 jornais ao redor do mundo. Os álbuns publicados por Bill Watterson, criador da dupla, venderam mais de 30 milhões de cópias. A tirinha conta a história de Calvin, um garoto hiperativo de 6 anos cujo maior amigo é o tigre de pelúcia Haroldo - que ganha vida quando não existe nenhum adulto por perto. Ao lado das fantasias e brincadeiras da dupla, surgem questões sobre política, cultura, sociedade e a relação de Calvin com seus pais, colegas e professores, com a sabedoria que os tolos adultos só conseguem traduzir como ingenuidade. "

Bill Watterson:
"Nascido em 5 de julho de 1958 em Washington, EUA, Bill Waterson ficou famoso mundialmente como o criador da tirinha Calvin & Haroldo. Formado em Ciências Políticas, trabalhou durante seis meses como chargista político no jornal Cincinatti Post. Inspirado em Charles Schulz, começou a publicar as tirinhas de Calvin e seu inseparável tigre de pelúcia em 18 de novembro de 1985 - e parou no dia 31 de dezembro de 1995. Ganhou duas vezes o Reuben Awards, principal prêmio para cartunistas norte-americanos. Waterson também é conhecido por ser relutante no licenciamento de produtos relacionados a Calvin e Haroldo - não existem canecas nem lancheiras oficiais de Calvin, por exemplo."

28 - O retrato


28 - Nicolai Vassilievitch Gogol; O retrato; LP&M; 2012; 64 páginas – Período de leitura: 12/11 /12 - 14/11/12

Comentário: 


Este livro me assusta, não o livro a história em si, mas a coleção que a LP&M criou. Livros de 60 páginas a R$ 5,00. Não sei se isto é bom ou ruim, desejo que há de ser bom, livros a preço pra lá de populares, como este clássico de Gogol, um dos pioneiros da literatura moderna, inspiração para ninguém menos que Fiódor Dostoiévski. 
- Gógol influenciou o caminho de ambos. "Todos nós saímos do Capote de Gógol", reconheceu Dostoiévski.


Só não lê quem não quer!...

Sinopse da editora:



"Imaginativos e atemporais, os contos de Gogol permanecem atuais­ e significativos hoje como eram para os leitores de outras gerações. Suas histórias são admiradas pela perfeita combinação entre fantasia e realidade com toques de humor, aliadas ao uso de detalhes do cotidiano para extrair o “extraordinário do ordinário”.­ Esses elementos estão presentes em “O retrato”, uma soberba reflexão sobre a vida e a arte.



Renovador e vanguardista, Gogol trouxe para a literatura russa o realismo fantástico e escreveu algumas obras-primas do conto universal. Os contos “O retrato” e “O capote” são algumas das peças mais expressivas da vertiginosa obra do autor."

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

27 - Contos de horror do século XIX


27 - Alberto Manguel; Contos de horror do século XIX; Cia das Letras; 2005; 522 páginas – Período de leitura: 02/10 /12 - 11/11/12

Comentário:

É através de livros como este que, venho formulando há algum tempo um dogma um tanto estranho de que: o mal não é tão mal assim... e que podemos experimenta-lo sem medo! Na forma de arte. Um tanto estranho?... pois a sociedade – tanto a erudita quanto a de âmbito popular – tem um certo preconceito e vem negligenciado estas historias de horror e seus criadores, mestres indiscutíveis e grandiosos dotados de uma mente inventiva ao extremo, gênios do mesmo patamar de Shakespeare ou Balzac por que não? Mestres como Edgar Allan Poe, Julio Verne, Arthur Conan Doyle, Jack London, só citando aqui os mais famosos. Não é a toa que a maioria dos escritores aqui apresentados são considerados “escritores malditos” ou exclusivos para um público infanto- juvenil. 

São considerados malditos por descreverem o mal com tanta perfeição, como só uma pessoa que cultuasse as trevas poderia descrever; porque brincavam com o grotesco das superstições humanas com ar de zombaria. Enfim, porque conheciam muito bem a mente humana e o que nela se esconde. 

E não precisa ser uma pessoa supersticiosa para ficar com medo de ler esses contos de horror, é possível que até uma pessoa completamente cética gele até os ossos ao lê-los. 

Só a leitura de “a família do vurdalak” já valeu a compra deste livro. Uma história de vampiros escrita em meados do século XIX, completamente cinematográfica, um trailer de horror psicológico vai aumentando o ritmo até o limite da resistência, antes de seu clímax.


Contos

01 – A mão do macaco – W. W. Jacobs;
02 – A família do vurdalak – Aleksei Konstantinovitchi Tolstói;
03 – O cone – H. G. Wells;
04 – Os lábios – Henry St. Clair Whitehead;
05 – A última visita do cavalheiro doente – Giovanni Panini;
06 – A larva – Rubén Darío;
07 – A fera – Joseph Conrad;
08 – A mulher alta – Pedro Antonio de Alarcón;
09 – A janela vedada – Ambrose Bierce;
10 – A volta do parafuso – Henry James;
11 – O chinago – Jack London;
12 – A falsa Esther – Pierre Louÿs;
13 – A tortura pela esperança – Villiers de L’isle Adam;
14 – Frumm-flapp – Jules Verne;
15 – Melück Maria Blainville, a profetisa... – Achim Von Arnim;
16 – Morte na sala de aula – Walt Whitman;
17 – A casa de Bulemann – Theodor Storm;
18 – Halá branco – Lamed Schapiro;
19 – Esperidião – George Sand;
20 – O travesseiro de penas – Horacio Quiroga;
21 – Os fatos no caso do Sr. Valdemar – Edgar Allan Poe;
22 – Uma vendeta – Guy de Maupassant;
23 – A fava – Léon Bloy;
24 – O tarn – Hugh Walpole;
25 – A selvagem – Bram Stoker;
26 – O amigo dos espelhos – Georges Rodenbach;
27 – A aia - Eça de Queiroz;
28 – A flor vermelha – Vsévolod Mikháilovitch Gárchin;
29 – O que foi aquilo? Um mistério – Fitz-James O’brien;
30 – Bárbara, da casa de Grebe – Thomas Hardy;
31 – A casa mal-assombrada – Edith Nesbit;
32 – O cirurgião de Gaster Fell – Arthur Conan Doyle;
33 – O rapa-carniça – Robert Louis Stevenson;


 Sinopse da editora:

"Assim que a noite cai e os contornos diurnos das coisas e das pessoas começam a se confundir, começam igualmente a ceder as muralhas que todos nós erguemos contra o desconhecido. É a hora das sombras furtivas, dos ruídos suspeitos, quando basta um momento de descuido para que nossas apreensões e pesadelos ameacem ganhar presença palpável. É esse o domínio do conto de horror, que flerta com essa zona cinzenta e incerta de nossas vidas e a transforma em literatura.Nesta antologia de Contos de horror do século XIX, o escritor Alberto Manguel reuniu, especialmente para o público brasileiro, a fina flor do medo. Tão antigo quanto a civilização, o conto de horror define suas regras e chega a seu apogeu na literatura anglo-saxônica, na linhagem de escritores que vai da "gótica" Ann Radcliffe a Edgar Allan Poe e H. P. Lovecraft. Mas Manguel não se contenta apenas com os mestres mais conhecidos do gênero, como Henry James, Guy de Maupassant ou Robert Louis Stevenson. Convoca escritores de toda estatura e de várias línguas, do português de Eça de Queiroz ao íidiche de Lamed Schapiro.

Nesse percurso, o leitor transita por todos os ambientes e resvala em todos os motivos do conto de horror: igrejas em ruínas, subsolos pútridos, jardins ermos, prisões e campos de batalha, criaturas invisíveis, mortos-vivos, animais espantosos e espelhos encantados. Tudo isso em sua poltrona preferida, em (relativa) segurança, desfrutando ainda do último charme deste livro: novas traduções de todas as narrativas, cada uma a cargo de um nome expressivo da cultura brasileira contemporânea."

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

26 - Serraria baixo-astral - Coleção Desventuras em Série

26 - Lemony Snicket; Serraria baixo-astral - Coleção Desventuras em Série; Cia das Letras; 2007; 176 páginas – Período de leitura: 29/09/12 - 02/10 /12

Comentário: (aguardando...)

Li este livro por influência de minha filha, e a vontade que tenho é de ler a coleção inteira, (13 livros). A história é bem curtinha, porém trás uma linguagem divertidíssima. O fato desta série agradar todas as idades, apenas comprova que a linguagem usada pelo autor de Desventuras em Série é muito divertida, inteligente e instigante. ...diferente, sem ser nenhum pouco complicada.



Sinopse da editora:
"Na opinião de Lemony Snicket, "de todos os volumes que contam a vida infeliz dos órfãos Baudelaire, Serraria baixo-astral talvez seja o mais triste até agora". Alto-Astral é o nome da serraria que serve de cenário para as novas calamidades que Klaus, Violet e Sunny serão obrigados a viver. Trata-se de uma "ironia do destino", pois ali, no meio daquelas árvores derrubadas, daquelas enormes toras de madeira, o que as três crianças vão encontrar é mais uma coleção de coisas horripilantes, tais como uma gigantesca pinça mecânica, bifes do tipo sola de sapato, uma hipnotizadora e um homem com uma nuvem de fumaça no lugar da cabeça. A vida dos Baudelaire é mesmo muito diferente da vida da maioria das pessoas, "a diferença principal estando no grau de infelicidade, horror e desespero"...Diante desse quadro, algum leitor desavisado pode desconfiar: "Como é que alguém vai se divertir com um livro desses, se as personagens não param de sofrer?!". A pergunta faz sentido, mas é justamente aí que descobrimos um dos melhores segredos de Lemony Snicket, pseudônimo do americano Daniel Handler. Ele leva o exagero às raias do absurdo, faz o realismo perder feio para o mais deslavado faz-de-conta e o resultado não poderia ser outro: um jogo literário incessantemente bem-humorado.

Em 2005, Jim Carrey estrelou uma versão cinematográfica dos três primeiros livros da série, no papel de conde Olaf."