sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

01 - O conde de Monte Cristo


01 - Alexandre Dumas; O conde de Monte Cristo - vol II; Martin Claret; 2008;  626 páginas – Período de leitura: 05/01/11 – 28/01/11 


Sinopse da editora:

"O gênero literário capa e espada surgiu na Espanha no século XVII, mas foi no século XIX que o romance histórico de capa espada conquistou suas verdadeiras características: o clima de aventuras e o herói cavalheiresco.Na França esse gênero alcança sua plenitude com os romances de Alexandre Dumas (pai), autor de várias obras-primas.O Conde de Monte Cristo (1844) é um clássico do gênero. Trata da transformação do jovem e destemido imediato de navio Edmund Dantès — encarcerado injustamente por 13 anos na ilha-prisão do Castelo de If por um conluio dos que lhe invejavam a sorte — no implacável Conde de Monte Cristo. É uma impressionante história de sofrimento, vingança e amor.A Martin Claret tem orgulho em poder oferecer aos seus leitores, em dois volumes, este clássico da literatura universal."




sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

24 - Assim falou Zaratustra


24 - Friedrich Nietzsche; Assim falou Zaratustra; Martin Claret; 1999; 272 páginas – Período de leitura: 28/12/10 – 05/01/11


Sinopse da editora:
"Nessa obra, a filosofia de Nietzsche gira em torno do além-do-homem (super-homem), enfocando para isso a necessiddae de novos valores. Sob a máscara do lendário sábio persa, anuncia sua filosofia do eterno retorno e do super-homem, que derrotariam a moral cristã e o ascetismo servil."

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

23 - Duas narrativas fantásticas

23 - Fiódor Dostoiévski; Duas narrativas fantásticas; Editora 34; 2003; 123 páginas – Período de leitura: 26/12/10 – 28/12/10 

1. A dócil

2. O sonho de um homem ridículo

Sinopse da editora:
" Designadas pelo próprio autor como "narrativas fantásticas", as duas novelas aqui reunidas foram publicadas pela primeira vez nas páginas do Diário de um escritor, publicação mensal redigida por Dostoiévski entre 1876 e 1881. 

Em A dócil, um homem desesperado refaz, diante do cadáver da mulher, a história de seu relacionamento, tentando compreender passo a passo as razões que a levaram ao suicídio. Já em O sonho de um homem ridículo, o narrador, a ponto de acabar com a própria vida, adormece na poltrona diante do revólver carregado. Principia então um dos sonhos mais extraordinários da história da literatura, durante o qual Dostoiévski anuncia a possibilidade de uma vida utópica em outro planeta antes de seus habitantes serem contaminados pelo veneno da autoconsciência.
Ambas as narrativas partilham da mesma "introspecção verrumante" que Boris Schnaiderman apontou no protagonista de Memórias do subsolo, livro com o qual estas obras mantêm grande afinidade. Tanto lá como aqui, o escritor russo submete a forma do monólogo a tal intensidade dramática, que o resultado ultrapassa as fronteiras daquilo que nos acostumamos a chamar de literatura."













domingo, 26 de dezembro de 2010

22 – Endurance


22 – Caroline Alexander; Endurance; Cia das Letras; 1999; 443 páginas – Período de leitura: 07/12/10 – 26/12/10 


Sinopse da editora:
"Dias terríveis, dias deslumbrantes.
Em 1914 o Endurance partiu rumo à Antártica. O gelo e o mar do Pólo Sul lentamente o tragaram. Depois de perambular meses e meses, toda a tripulação regressou sã e salva à terra firme. As imagens de Frank Hurley, fotógrafo da expedição, revivem essa história extraordinária de resistência e companheirismo."

domingo, 21 de novembro de 2010

21 – O último lugar da terra


21 – Roland Huntford; O último lugar da terra; Cia da Letras; 2027; 724
páginas – Período de leitura: – 29/11/10 – 21/12/10 



Sinopse da editora:
"Em 17 de janeiro de 1912, depois de enfrentar durante mais de um ano as intempéries antárticas, o oficial da Marinha britânica Robert Falcon Scott chegou ao Pólo Sul e constatou que o norueguês Roald Amundsen, com menos homens e recursos econômicos, havia estado ali um mês antes, tornando-se o primeiro a pisar "o último lugar da Terra". Famintos, atacados pelo escorbuto e exauridos pelo esforço de arrastar sua própria carga - enquanto os trenós de Amundsen eram puxados por cães -, Scott e seus homens morreram no caminho de volta e foram transformados em mártires do espírito heróico britânico.
Para mostrar que o triunfo de Amundsen não foi um acaso, Roland Huntford reconstitui a história da exploração polar desde seus primórdios e descreve em detalhe as duas expedições rivais. Acaba por desmontar corajosamente o mito de Scott como mártir do heroísmo britânico, revelando suas fraquezas como líder e a incompetência que marcou seu empreendimento.
Com base em vasta pesquisa histórica, O último lugar da Terra recria passo a passo as jornadas paralelas de Amundsen e Scott, sem perder de vista, em nenhum momento, a dimensão trágica e humana dos acontecimentos. É um rigoroso trabalho historiográfico que se lê como um empolgante romance de aventura."

sábado, 20 de novembro de 2010

20 - O conde de Monte Cristo – vol I


20 - Alexandre Dumas; O conde de Monte Cristo – vol I; Martin Claret; 2008; 600 páginas – Período de leitura: 07/11/10 – 28/11/10 


Sinopse da editora:
"O gênero literário capa e espada surgiu na Espanha no século XVII, mas foi no século XIX que o romance histórico de capa espada conquistou suas verdadeiras características: o clima de aventuras e o herói cavalheiresco.Na França esse gênero alcança sua plenitude com os romances de Alexandre Dumas (pai), autor de várias obras-primas.O Conde de Monte Cristo (1844) é um clássico do gênero. Trata da transformação do jovem e destemido imediato de navio Edmund Dantès — encarcerado injustamente por 13 anos na ilha-prisão do Castelo de If por um conluio dos que lhe invejavam a sorte — no implacável Conde de Monte Cristo. É uma impressionante história de sofrimento, vingança e amor.A Martin Claret tem orgulho em poder oferecer aos seus leitores, em dois volumes, este clássico da literatura universal."

domingo, 7 de novembro de 2010

19 – 20.000 léguas submarinas


19 – Julio Verne; 20.000 léguas submarinas; Martin Claret; 2004; 404 páginas – Período de leitura: 19/10/10 – 07/11/10 


Sinopse da editora:
"O romancista francês Júlio Verne conseguiu ”profetizar” muitos avanços científicos — o submarino, a televisão, viagens espaciais. Recebeu, com justiça, o título de criador da ficção científica. Embora a obra de Verne se dirigisse basicamente a um público juvenil e popular, a crítica moderna realça a enigmática beleza de muitos de seus romances. Curiosamente, Verne nunca saiu da França, embora seus relatos narrassem, com incrível exatidão, as mais distantes regiões do planeta. Ele uniu ao vigor narrativo sua convicção no progresso da humanidade. Vinte Mil Léguas Submarinas (1870), um dos seus mais conhecidos romances, pertence ao ciclo das Voyages e conta as incríveis aventuras do capitão Nemo a bordo do submarino Náutilo."