sexta-feira, 12 de março de 2010

05 – On the Road


05 – Jack Kerouac; On the Road; LP&M Pocket; 2004; 370 páginas – Período de leitura: 24/02/10 – 12/03/10 


Sinopse da editora:
"Responsável por uma das maiores revoluções culturais do século XX, “On the Road”, traduzido por Eduardo Bueno, mantém intacta sua aura de transgressão, lirismo e loucura.
Como o gemido lancinante e dolorido de “Uivo”, de Allen Ginsberg, o brado irreverente e drogado de “Almoço Nu”, de William Burroughs, ou a lírica emocionada e emocionante de Lawrence Ferlinghetti, “On the Road” escancarou ao mundo o lado sombrio do sonho americano. A partir da trip de dois jovens – Sal Paradise e Dean Moriarty –, de Paterson, New Jersey, até a costa oeste dos Estados Unidos, atravessando literalmente o país inteiro a partir da lendária Rota 66, Jack Kerouac inaugurou uma nova forma de narrar.
Em abril de 1951, entorpecido por benzedrina e café, inspirado pelo jazz, Kerouac escreveu em três semanas a primeira versão do que viria a ser “On the Road”. Uma prosa espontânea, como ele mesmo chamava: uma técnica parecida com a do fluxo de consciência. Mas o manuscrito foi rejeitado por diversos editores e o livro foi publicado somente em 1957, após alterações exigidas pelos editores.
A obra-prima de Kerouac foi escrita fundindo ação, emoção, sonho, reflexão e ambiente. Nesta nova literatura, o autor procurou captar a sonoridade das ruas, das planícies e das estradas americanas para criar um livro que transformaria milhares de cabeças, influenciando definitivamente todos os movimentos de vanguarda, do be bop ao rock, o pop, os hippies, o movimento punk e tudo o mais que sacudiu a arte e o comportamento da juventude na segunda metade do século XX."

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

04 – Darmapada - A doutrina budista em versos


04 – Fernando C. de Garcia; Darmapada, A doutrina budista em versos; LP&M Pocket; 2009; 150 páginas – Período de leitura: 15/02/10 – 24/02/10  

Sinopse da editora:

"Após abandonar a rica propriedade paterna e sair em busca da verdade sobre o sofrimento humano, Sidarta Gáutama (aproximadamente 563-483 a.C.) atingiu a Iluminação, em 528 a.C. Conseguira despir-se de todo desejo, todo ódio e toda ilusão, tornando-se o Desperto. Decidiu então partilhar o conhecimento que adquirira sobre os mistérios da existência humana (o nascimento e a morte, a doença, a velhice e o sofrimento) e em várias ocasiões proferiu os versos de Darmapada.

Principal e mais difundida obra do cânone budista, o Darmapada (ou "Versículos do darma", ou ainda "A doutrina budista em versos") é, portanto, uma coleção de aforismos éticos e morais. Preservados primeiramente de forma oral, foram registrados por escrito no século I, no Ceilão (atual Sri Lanka). Suas 423 estrofes ensinam como as pessoas devem se comportar e relacionar-se umas com as outras de forma a atingir o Nirvana. A presente tradução é a primeira versão para o português a ser feita diretamente do páli – forma popular do sânscrito – e mantém, ao mesmo tempo, o lirismo e a simplicidade dos ensinamentos de Buda."

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

03 – A chave dos grandes mistérios


03 – Eliphas Levi; A chave dos grandes mistérios; Madras; 2005; 188 páginas – Período de leitura: 29/01/10 – 15/02/10 


Sinopse da editora:
"Em A Chave dos Grandes Mistérios, o consagrado ocultista Eliphas Levi reúne uma seleção de artigos de sua autoria, publicados na Revista Filosófica e Religiosa, que ele fundou em 1855, antes de ser preso por Napoleão III, que se identificou no poema Calígula. Para Levi, o maior dos mistérios do infinito é a existência d´Aquele para quem nada é mistério. Release: Em A Chave dos Grandes Mistérios, o consagrado ocultista Eliphas Levi reúne uma seleção de artigos de sua autoria, publicados na Revista Filosófica e Religiosa, que ele fundou em 1855, antes de ser preso por Napoleão III, que se identificou no poema Calígula. Para Levi, o maior dos mistérios do infinito é a existência d´Aquele para quem nada é mistério. Entre os temas tratados nesta obra, destacam-se: Mistérios Religiosos; Esboço da Teologia Profética dos Números; Razão dos Mistérios; A Religião Posta à Prova pelas Objeções Feitas a Ela; A Fé, a Ciência e a Razão; Mistérios Filosóficos; Os Mistérios da Natureza; Os Mistérios Magnéticos; Mistério das Alucinações e da Evocação dos Espíritos; Dos Fantasmas Fluídicos e Seus Mistérios; Os Mistérios Mágicos; As Influências Misteriosas, entre outros. Desvende você mesmo os seus segredos! Comece com a leitura deste livro que lhe trará a chave dos grandes mistérios."

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

02 – De profundis / A balada do cárcere de Reading


02 – Oscar Wilde; De profundis / A balada do cárcere de Reading; Martin Claret; 2007; 164 páginas – Período de leitura: 18/01/10 – 29/01/10 


Sinopse da editora:
"De Profundis (1905), escrito na prisão, quando Wilde foi condenado sob a acusação de homossexualismo após o escandaloso caso em que se envolveu com Lord Alfred Douglas, é uma longa carta de recriminação a seu ex amante. Balada do Cárcere de Reading (1898), é considerado seu melhor poema."

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

01 – A morte de Ivan Ilitch / Senhores e servos


01 – Leon Tolstói; A morte de Ivan Ilitch / Senhores e servos; Martin Claret; 2007; 153 páginas – Período de leitura: 14/01/10 – 18/01/10 

Sinopse da editora:

"Leon Tolstói é considerado um dos maiores escritores de todos os tempos. Nele, o individualismo e a paixão convivem com desejos de transformação espiritual, que o levaram, no fim da vida, a um anarquismo cristão oposto a toda autoridade eclesiástica e política.Tolstói produziu extensa obra literária: contos, ensaios, novelas e romances.Entre suas obras curtas destaca-se A Morte de Ivan Ilitch (1886), considerada por muitos críticos a novela mais perfeita da literatura mundial.O eixo temático principal da obra desenvolve-se pelo conflito entre ciência e as verdadeiras necessidades e aspirações do ser humano.Este volume traz, ainda, um outro célebre conto do autor, Senhores e Servos (1895)."

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

22 - O idiota


22 - Fiódor Dostoiévski; O idiota; Martin Claret; 2006; 678 páginas – Período de leitura: 23/11/09 – 13/01/10 


Sinopse da editora:
"Dostoiévski é considerado o maior escritor russo de seu tempo. É autor de várias obras-primas. O Idiota começou a ser redigido em 14 de setembro 1867 em Genebra, Suiça, e foi concluído a 25 de janeiro de 1868, em Florença, Itália. A obra teve uma elaboração difícil e torturada. Em meio ás piores dificuldades, foi escrita e reescrita muitas vezes até a redação definitiva. A obra foi inspirada na figura de Dom Quixote, de Cervantes. O Idiota é, talvez, o romance mais típico de Dostoiévski, provocou perplexidade nos meios intelectuais da época. a obra foi elogiada por Tolstoi, que a achou de grande força dramática e beleza literária."

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

21 – Narrativas do espólio


21 – Franz Kafka; Narrativas do espólio; Cia das Letras; 2002; 224 páginas – Período de leitura: 16/11/09 – 23/11/09 


                                                              O mestre-escola da aldeia
Blumfeld, um solteirão de meia idade
A ponte
O caçador Graco
Durante a construção da muralha da China
A batida no portão da propriedade
O vizinho
Um cruzamento
Uma confusão cotidiana
A verdade sobre Sancho Pança
O silêncio das sereias
Prometeu
O brasão da cidade
Posêidon
Comunidade
À noite
A recusa
Sobre a questão das leis
A prova
O abutre
O timoneiro
O pião
Pequena fábula
Volta ao lar
A partida
Advogados de defesa
Investigações de um cão
O casal
Desista
Sobre os símiles
Sinopse da editora:
"O escritor tcheco Franz Kafka viu apenas a sexta parte de toda a sua produção ficcional ser publicada. Pouco antes de morrer, confiou sua herança artística ao amigo e testamenteiro Max Brod. As instruções do escritor eram claras: destruir toda a sua ficção impressa (exceto o livroContemplação), seus artigos publicados em jornal e também seus manuscritos. Brod não atendeu a essas exigências e, graças ao seu empenho em preservar os escritos do amigo, hoje conhecemos uma das mais importantes realizações literárias do século XX.
As obras do espólio começaram a vir à luz com a publicação dos grandes romances: O processo, O castelo e América (hoje O desaparecido). Vieram em seguida, a partir de 1931, as Narrativas do espólio, selecionadas por Brod entre as que lhe pareciam resolvidas formalmente. O volume reúne 31 textos diversos, que variam de tamanho e de feição - o termo "narrativas" era empregado pelo escritor para designar textos que iam da fábula ao aforismo, da reflexão à paródia, do épico à ficção crítica. Como afirma o tradutor Modesto Carone no posfácio, as narrativas curtas que constituem o volume não apenas estão no mesmo nível dos grandes romances kafkianos, como O processo e O castelo, como "garantiriam a Kafka, por si sós, um lugar privilegiado na literatura mundial"."